21/06 HOJE COMEÇA O INVERNO DE 2013

geada serra gaúcha

Hoje na madrugada do dia 21 de junho de 2013 às 02h04, começa o inverno em todo o hemisfério sul e como todos sabem é a estação mais fria do ano.  Para a região sudeste e sul do Brasil é a mais seca também.  Nessa data, a noite deverá ser a mais longa do hemisfério sul e em contrapartida o dia será o mais longo no hemisfério norte.
Nesta época do ano o sul receberá menos energia solar, porque a Terra dá uma inclinada e os raios solares não chegam tão diretamente até nosso continente. Repare que o Sol cruza o céu mais baixo, isso é fácil de perceber ao meio dia, no verão quando o Sol esta a pino ele fica bem em cima de nossas cabeças, e agora ele “corre” quase que paralelo ao horizonte.

Como dito anteriormente na região sul e sudeste é tempo de seca e mais frio também, mas no norte e nordeste é a época que mais chove e isso caracteriza o inverno naquela região, porém a temperatura não baixa tanto como no sul e sudeste.O inverno brasileiro não é tão rigoroso como o do hemisfério norte onde cai neve e a temperatura pode chegar abaixo de zero. Mas em algumas regiões do país, principalmente nas serras do sul, as temperaturas podem chegar perto ou abaixo de zero.

serra gaucha

Um exemplo é a cidade de São Joaquim em Santa Catarina, situada a 1360 metros de altitude é considerada a cidade mais fria do Brasil onde já foram registradas temperaturas de até -15°. Os campos ficam cobertos de neve e até as cachoeiras congelam, para quem gosta de frio é um lindo e raro espetáculo da natureza no Brasil. No estado de São Paulo a temperatura mais fria já registrada oficialmente foi na capital, em 2 de agosto de 1955 no mirante de Santana com incríveis -2,1°.

No inverno muitos animais diminuem suas atividades, como os anfíbios que parecem sumir, mas na verdade só estão aguardando a primavera chegar em seus esconderijos. Algumas aves migram para lugares mais quentes e muitos insetos já acabaram seu ciclo reprodutivo e até de vida. No hemisfério norte a coisa é mais apertada e obriga alguns animais a tomarem medidas mais drásticas, como no caso dos ursos que hibernam  em tocas para aguentar o frio gelado, toda a energia e gordura acumuladas no verão com alimentos é usada para nutrir seus corpos nessa época.

anj_de_geada

No inverno, que só acabará em setembro, dá aquela vontade de acordar mais tarde e ficamos mais preguiçosos. Mas não se renda, porque essa época é a melhor para se aventurar nas trilhas, pelo menos no sul e sudeste. Como falamos antes é tempo de seca e podemos ficar mais tranqüilos em roteiros de montanhas,  pois quase não há riscos de raios, chuvas fortes e o céu fica mais limpo. Portanto, coragem no frio e vamos curtir essa época do ano com a Natureza, esperando a primavera e o verão chegarem com seu calor.

Escolha um roteiro de inverno e boa aventura:

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agua

 

OUTONO 2013 – COMEÇA HOJE – 20/03/2013

outono-lindo
Nosso planeta não fica parado no espaço, isso todos nós sabemos, ele realiza uma série de movimentos como rotação e translação. O movimento de translação em torno do Sol, dura 365 dias sendo responsável pela mudança das estações do ano, devido à variação de radiação proveniente do Sol de acordo com o posicionamento da Terra.

Hoje dia 20/03/2013 às 08:15 da manhã, teremos mais uma mudança de estação climática no ano, começa o outono aqui no hemisfério sul. Isso significa, que a temperatura começa a baixar e teremos menos chuva também. É uma preparação natural, para nós animais, nos acostumarmos ao clima mais frio que virá em seguida com o inverno.

O Outono do hemisfério norte é chamado de “Outono boreal”, e o do hemisfério sul é chamado de “Outono austral”. No hemisfério norte, o outono começa em 20 de setembro e termina em 21 de dezembro. No hemisfério sul, começa 20 de março e termina a 21 de junho.

Nosso outono é diferente do que estamos acostumados a ver em filmes americanos, ou como na foto acima, onde as folhas amarelam e caem, isso ocorre apenas em algumas espécies de árvores brasileiras, a maioria continua com suas folhas sempre verdes.

Outono na Mata Atlântica, sempre verde e mais neblina.

Outono na Mata Atlântica, sempre verde e mais neblina.


Na região sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, percebemos logo essas mudanças no clima, com as noites ficando com temperaturas mais amenas. Mas, por ser um período de transição não é anormal termos alguns dias quentes e chuvosos como no verão. Porém, ao contrário do verão, logo após alguma chuva a temperatura fica mais baixa. As noites também começam a ficar mais longas do que no verão, ficando mais longas ainda no inverno.

Algumas dicas para você saber que já estamos no outono:
– Temperaturas mais amenas pela manhã;
– As chuvas diminuem;
– A umidade do ar diminui;
– O céu fica mais aberto, com poucas nuvens;
– Mudanças rápidas nas condições do tempo;
– Aumento de ocorrência de nevoeiros;
– Em geral o conforto ambiental melhora. (Obs.: boa época para trilhas, menos chuva e temperatura agradável

Outono... ótimo clima para conhecer os cânions brasileiros.

Outono… ótimo clima para conhecer os cânions brasileiros.


Com a chegada do outono e temos algumas dicas de ecoturismo, os roteiros de montanhas entram novamente em alta, com menos chuvas e incidência de raios a segurança aumenta e podemos subir bem alto e curtir as lindas paisagens.

Escolha sua aventura com o Bioventura:
Cânions – http://www.bioventura.com.br/aparados.html

Montanhas – http://www.bioventura.com.br/marins.html
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Montanha radical – http://www.bioventura.com.br/lopo_rapel.html
agua

Cachoeira da Fumaça em Paranapiacaba

trilha ParanapiacabaNo feriado estivemos numa trilha em Paranapiacaba  a 40 minutos da capital, São Paulo – SP.
Após 8 kms de caminhada pelo meio da mata na Serra do Mar, depois de atravessar riachos e andar sobre as pedras, chegamos ao mirante com uma magnífica vista da cachoeira despencando do penhasco.

A neblina não nos pegou e até vimos, lá atrás, um pedacinho de Cubatão e de Santos.

O banho nas águas geladas da cachoeira e piscinas naturais são apenas para os mais corajosos, porém acaba sendo irresistível e quem não entra se arrepende depois…
Foi possível absorver toda a grandeza da Mata Atlântica e sair renovado desta aventura incrivel.

trekking em Paranapiacaba  Trilha Paranapiacaba

Reportagem de bióloga do Bioventura sobre impacto ambiental

”Uma natureza pronta para impactos?”

         Sempre aconteceram impactos de proporções gigantescas na Terra, desde o período Jurássico, quando o planeta foi dominado por animais gigantescos de até 25 metros de comprimento e pesando de 30 a 40 toneladas, cuja pegada podia abrir um buraco de 1,50 m de diâmetro no solo. Assim a Terra recebeu seus primeiros impactos no ambiente, pois a existência de vida no planeta já causa impactos. Eles consumiam muitas folhas e respiravam grandes quantidades de oxigênio do planeta, até sua extinção repentina.
         Na região da Patagônia, as colônia de elefantes marinhos se aglomeram aos milhares nas praias durante a época reprodutiva, a fêmea atinge 3,5 metros de comprimento e o macho até 6,5 m, pesando até 5 toneladas. Ás vezes as colonias possuem mais de 20.000 individuos que ficam numa mesma praia por até 3 meses e depois vão embora. Dá mesma forma que os pinguins, que também reunem-se em colonias gigantescas para procriar.
          Diferente dos humanos, na vida animal existe em equilíbrio. Como os pássaros que comem as frutas das árvores, mas em troca, espalham suas sementes para germinarem outras árvores, que darão mais frutos, compensando as que foram comidas.
         Um formigueiro inteiro pode cortar até 1 tonelada de folhas e talos de plantas em um ano, mas nem por isso destroem uma floresta inteira, somente o que precisam para viver.
         O tamanduá pode comer até 30.000 cupins em uma única noite, mas nunca acaba com o cupinzeiro, sempre deixa parte dele vivo, assim o cupinzeiro pode se reerguer e garantir mais alimento para o tamanduá e seus descendentes no futuro.
        Os elefantes são tão grandes que por onde passam abrem clareiras pela mata, derrubando árvores gigantes, além disso comem 150 kg de vegetação por dia e bebem 150 litros de água. Mesmo sendo isto suficiente para desmatar o continente Africano, não desmata. E os elefantes vivem neste continente a milhares de anos.
        Até um vírus, quando causa uma epidemia, como ocorreu com o ebola, o H1N1 (gripe suína) e a peste negra, por exemplo, matam milhares de pessoas no inicio, mas depois, em dado momento, eles perdem força, como se soubessem que se matarem todas as pessoas acabariam também, pois precisam delas para viver e se reproduzir.
       Este instinto de preservação é um meio da natureza se defender dos impactos nela causados. E assim, como recompensa tem o prêmio de continuar existindo.

     Com a chegada do homem, causando impactos de forma tão desordenada e tão violenta. Surge a única espécie que não dá tempo para a regeneração da natureza. A descoberta do fogo, a Revolução Industrial, a invenção da televisão, a ida do homem a lua e desde então não parou mais, num sobreviver desenfreado que alguns chamam de modernidade, e que não mede esforços para ir adiante.

     Sem forças para continuar a natureza se entrega e acaba desmatada, perdendo cerca de 55% de sua cobertura vegetal, perdendo rios que são poluídos e animais que não tem mais para onde ir.

    A medicina e a tecnologia excessiva acabam se tornando uma falsa aliada, só trazendo mais problemas de sedentarismo e excedente populacional, que geram mais desequilíbrios, exclusivos da espécie Homo sapiens.

   Mas e quando a água acabar, a energia não chegar às casas e não existir uma única sombra no asfalto? O que fazer?

   Pode ser que a natureza se recupere, como sempre fez, pois ela sempre esteve pronta para grandes impactos, mas e nós? Será que sobreviveremos, sendo que nos transformamos nesta espécie tão frágil? 

texto por Lourdes Ventura, publicado na Revista Trilha Verde – abril/2010

Passeio de balão 19 e 20 de março

 Apesar do trânsito na Rodovia Raposo Tavares causado pela queda de um caminhão de ácido no Rodoanel (coisas estranhas que só acontecem na loucura de uma sexta-feira na nossa capital paulista…). Conseguimos chegar em Boituva e após uma tranqüila noite nesta cidade do interior acordamos bem cedo, ás 5:20hs.
Acompanhamos todo o processo do enchimento do envelope (parte colorida do balão feita de nylon). Só isto já era inacreditável… E os clientes com aquela cara de “será que isto vai voar mesmo”…?

Quando já estava bem cheinho, a galera embarcou… E de repente o cestinho saiu do chão… O pessoal do Bioventura e de nossos amigos da Aeromagic (fabricantes do Balão) acompanharam o pessoal com uma equipe em terra e outra no ar.
A sensação de adrenalina, da decolagem, lá em cima, se transforma em PAZ. O silêncio, o som do vento…
 

Nunca vimos tantos balões no ar como nesta manhã, haviam 8 balões no ar ao mesmo tempo. O maior deles, com 16 pessoas, carregava ao total, 1.200 toneladas… Nossa… E é um esporte bem seguro, nunca se registrou um acidente no balonismo no Brasil. Muitos não sabem, mas o nylon do balão agüenta mais de 400°C e furos de até 25 cm. Convencido?

Nosso balão subiu até quase 500 m…. Nem a neblina atrapalhou a aventura… e finalmente, após cerca de 1 hora de vôo, pousou numa fazenda… onde havia um delicioso café da manhã nos aguardando.

É… Uma pena que depois tivemos que voltar para São Paulo… Mas fica um gostinho de quero mais…. Próxima aventura..? Saltar de paraquedas???

Um dos rafting mais clássicos do Brasil e uma das maiores e mais extensas tirolesas da América Latina.

Muita adrenalina em uma aventura duplamente radical.
Saiba mais em www.bioventura.com.br/socorro.html

Acompanhe nosso guia numa das descidas de tirolesa e sinta um pouco dessa emoção de deslizar pelos ares. Dá até pra sentir o vento batendo no seu rosto, não dá não?

Biólogos do Bioventura na equipe do programa “Aventura Selvagem” do SBT

Edson Silva e Lourdes Ventura fazem parte da equipe de produção do programa “Aventura Selvagem”, com Richard Rasmussen. O programa sobre aventura e natureza vai ao ar todo sábado, 22h no SBT. Não Perca.