Conheça o Pantanal com o Bioventura

cervo do PantanalO Pantanal Matogrossense é uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do planeta. Não podendo deixar de ser conhecido pelos verdadeiros amantes da natureza.
Suas extensas planícies inundadas atraem, como em nenhum outro lugar, muitos animais, sendo alguns símbolos do ecossistema Pantaneiro, como o famoso tuiuiú, o jacaré-do-pantanal, a arara-azul, a curicaca, o tachã, as piranhas, a ariranha, cervo-do-pantanal e a arisca onça-pintada.

Acompanhar os costumes pantaneiros, acordar cedo ao som das araras, comer arroz tropeiro no café da manhã, realizar cavalgadas, lidas com o gado, passeios de barco pelo rio, saborear um típico almoço pantaneiro e presenciar o único pôr-do-sol pantaneiro fazem da viagem uma experiência inesquecível.

costumes pantaneiros  Pantanal  Safári fotográfico no Pantanal

A Focagem Noturna e o Safári Fotográfico são grandes aventuras com encontros de perto com jacarés, emas, araras, veados, raposas, tatus, gatos do mato, capivaras, serpentes, tamanduás, corujas, além de centenas de outras aves.

Focagem de jacaré  ecossistema pantaneiro  O famoso tuiuiú do Pantanal

Reportagem de bióloga do Bioventura sobre impacto ambiental

”Uma natureza pronta para impactos?”

         Sempre aconteceram impactos de proporções gigantescas na Terra, desde o período Jurássico, quando o planeta foi dominado por animais gigantescos de até 25 metros de comprimento e pesando de 30 a 40 toneladas, cuja pegada podia abrir um buraco de 1,50 m de diâmetro no solo. Assim a Terra recebeu seus primeiros impactos no ambiente, pois a existência de vida no planeta já causa impactos. Eles consumiam muitas folhas e respiravam grandes quantidades de oxigênio do planeta, até sua extinção repentina.
         Na região da Patagônia, as colônia de elefantes marinhos se aglomeram aos milhares nas praias durante a época reprodutiva, a fêmea atinge 3,5 metros de comprimento e o macho até 6,5 m, pesando até 5 toneladas. Ás vezes as colonias possuem mais de 20.000 individuos que ficam numa mesma praia por até 3 meses e depois vão embora. Dá mesma forma que os pinguins, que também reunem-se em colonias gigantescas para procriar.
          Diferente dos humanos, na vida animal existe em equilíbrio. Como os pássaros que comem as frutas das árvores, mas em troca, espalham suas sementes para germinarem outras árvores, que darão mais frutos, compensando as que foram comidas.
         Um formigueiro inteiro pode cortar até 1 tonelada de folhas e talos de plantas em um ano, mas nem por isso destroem uma floresta inteira, somente o que precisam para viver.
         O tamanduá pode comer até 30.000 cupins em uma única noite, mas nunca acaba com o cupinzeiro, sempre deixa parte dele vivo, assim o cupinzeiro pode se reerguer e garantir mais alimento para o tamanduá e seus descendentes no futuro.
        Os elefantes são tão grandes que por onde passam abrem clareiras pela mata, derrubando árvores gigantes, além disso comem 150 kg de vegetação por dia e bebem 150 litros de água. Mesmo sendo isto suficiente para desmatar o continente Africano, não desmata. E os elefantes vivem neste continente a milhares de anos.
        Até um vírus, quando causa uma epidemia, como ocorreu com o ebola, o H1N1 (gripe suína) e a peste negra, por exemplo, matam milhares de pessoas no inicio, mas depois, em dado momento, eles perdem força, como se soubessem que se matarem todas as pessoas acabariam também, pois precisam delas para viver e se reproduzir.
       Este instinto de preservação é um meio da natureza se defender dos impactos nela causados. E assim, como recompensa tem o prêmio de continuar existindo.

     Com a chegada do homem, causando impactos de forma tão desordenada e tão violenta. Surge a única espécie que não dá tempo para a regeneração da natureza. A descoberta do fogo, a Revolução Industrial, a invenção da televisão, a ida do homem a lua e desde então não parou mais, num sobreviver desenfreado que alguns chamam de modernidade, e que não mede esforços para ir adiante.

     Sem forças para continuar a natureza se entrega e acaba desmatada, perdendo cerca de 55% de sua cobertura vegetal, perdendo rios que são poluídos e animais que não tem mais para onde ir.

    A medicina e a tecnologia excessiva acabam se tornando uma falsa aliada, só trazendo mais problemas de sedentarismo e excedente populacional, que geram mais desequilíbrios, exclusivos da espécie Homo sapiens.

   Mas e quando a água acabar, a energia não chegar às casas e não existir uma única sombra no asfalto? O que fazer?

   Pode ser que a natureza se recupere, como sempre fez, pois ela sempre esteve pronta para grandes impactos, mas e nós? Será que sobreviveremos, sendo que nos transformamos nesta espécie tão frágil? 

texto por Lourdes Ventura, publicado na Revista Trilha Verde – abril/2010

Passeio de balão 19 e 20 de março

 Apesar do trânsito na Rodovia Raposo Tavares causado pela queda de um caminhão de ácido no Rodoanel (coisas estranhas que só acontecem na loucura de uma sexta-feira na nossa capital paulista…). Conseguimos chegar em Boituva e após uma tranqüila noite nesta cidade do interior acordamos bem cedo, ás 5:20hs.
Acompanhamos todo o processo do enchimento do envelope (parte colorida do balão feita de nylon). Só isto já era inacreditável… E os clientes com aquela cara de “será que isto vai voar mesmo”…?

Quando já estava bem cheinho, a galera embarcou… E de repente o cestinho saiu do chão… O pessoal do Bioventura e de nossos amigos da Aeromagic (fabricantes do Balão) acompanharam o pessoal com uma equipe em terra e outra no ar.
A sensação de adrenalina, da decolagem, lá em cima, se transforma em PAZ. O silêncio, o som do vento…
 

Nunca vimos tantos balões no ar como nesta manhã, haviam 8 balões no ar ao mesmo tempo. O maior deles, com 16 pessoas, carregava ao total, 1.200 toneladas… Nossa… E é um esporte bem seguro, nunca se registrou um acidente no balonismo no Brasil. Muitos não sabem, mas o nylon do balão agüenta mais de 400°C e furos de até 25 cm. Convencido?

Nosso balão subiu até quase 500 m…. Nem a neblina atrapalhou a aventura… e finalmente, após cerca de 1 hora de vôo, pousou numa fazenda… onde havia um delicioso café da manhã nos aguardando.

É… Uma pena que depois tivemos que voltar para São Paulo… Mas fica um gostinho de quero mais…. Próxima aventura..? Saltar de paraquedas???

Um dos rafting mais clássicos do Brasil e uma das maiores e mais extensas tirolesas da América Latina.

Muita adrenalina em uma aventura duplamente radical.
Saiba mais em www.bioventura.com.br/socorro.html

Acompanhe nosso guia numa das descidas de tirolesa e sinta um pouco dessa emoção de deslizar pelos ares. Dá até pra sentir o vento batendo no seu rosto, não dá não?

Biólogos do Bioventura na equipe do programa “Aventura Selvagem” do SBT

Edson Silva e Lourdes Ventura fazem parte da equipe de produção do programa “Aventura Selvagem”, com Richard Rasmussen. O programa sobre aventura e natureza vai ao ar todo sábado, 22h no SBT. Não Perca.

4 horas de caminhada e chegamos aos 1750m do Pico do Lopo

DIA 20 DE MARÇO teremos outro roteiro ao grandioso Pico do Lopo, em Extrema – MG para quem perdeu essa aventura.
É sua chance de vivenciar momentos incríveis como estes.

Bioventura na TV Cultura